O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, manifestou sua insatisfação em relação à decisão do Senado que rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar uma vaga na Corte. A rejeição ocorreu em 29 de abril de 2026 e foi considerada por Mello como um “grave equívoco institucional”.
Decisão do Senado é criticada
Em uma nota à imprensa, Mello, que atuou no STF entre 1989 e 2020, classificou a votação como “injustificável”, destacando que Messias atende plenamente aos requisitos constitucionais para a investidura no cargo de ministro da Suprema Corte. “Trata-se de grave equívoco institucional, pois o Dr. Jorge Messias reúne, de modo pleno, os requisitos que a Constituição da República exige”, afirmou Mello.
Perda de oportunidade
O ex-ministro também ressaltou que não havia uma causa legítima para a rejeição da indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Considero profundamente infeliz a decisão do Senado Federal. Perdeu-se a oportunidade de incorporar ao Supremo Tribunal Federal um jurista sério, preparado, experiente e comprometido com os valores superiores do Estado Democrático de Direito”, completou.
Reações à rejeição
Além de Mello, outras figuras públicas expressaram suas opiniões sobre a decisão do Senado, refletindo um sentimento de desapontamento pela perda de uma potencial contribuição significativa ao STF.
Opinião
A rejeição da indicação de Jorge Messias pelo Senado levanta questões sobre a capacidade da Casa em reconhecer e valorizar profissionais qualificados para posições de alta relevância no judiciário.





