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Antonio Carlos Videira demite Edivaldo Quevedo após Operação Iscariotes em MS

Antonio Carlos Videira demite Edivaldo Quevedo após Operação Iscariotes em MS

Edivaldo Quevedo da Fonseca, ex-investigador da Polícia Civil, foi demitido em uma ação que expõe um esquema de contrabando em Mato Grosso do Sul. A demissão foi publicada no Diário Oficial do Estado em 21 de julho de 2026, com a assinatura do secretário de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira.

Operação Iscariotes e suas implicações

A Operação Iscariotes, deflagrada em 18 de março de 2026, revelou a participação de agentes de segurança pública em atividades ilícitas, incluindo descaminho e lavagem de capitais. O esquema facilitava a entrada de mercadorias contrabandeadas no Estado, especialmente no entorno do Camelódromo de Campo Grande.

Consequências para Edivaldo Quevedo

Após ser preso na operação, Edivaldo Quevedo foi dispensado da Polícia Civil dois dias depois. Em 30 de março de 2026, a Justiça Federal concedeu liberdade provisória ao investigador, mediante o pagamento de uma fiança de R$ 16.210. Antes de sua demissão, ele recebia um salário de R$ 14,6 mil por mês.

Histórico de Edivaldo Quevedo

O ex-investigador já havia sido detido anteriormente, em dezembro de 2024, pela Polícia Rodoviária Federal, quando foi flagrado transportando mercadorias do Paraguai sem documentação. Apesar das complicações legais, ele havia conseguido liberdade em 2025, comprometendo-se a comparecer à Justiça e informar seu endereço e local de trabalho.

Opinião

A demissão de Edivaldo Quevedo destaca a necessidade de maior rigor nas investigações de corrupção dentro das forças de segurança pública, um passo importante para garantir a integridade das instituições.