Em uma Convenção Nacional realizada no dia 4 de agosto de 2026, o União Brasil decidiu que não apoiará nenhum candidato à presidência nas eleições de 2026. O presidente do partido, Antonio Rueda, justificou a escolha como um sinal de fortalecimento da legenda.
A decisão do União Brasil se alinha com a posição do PP, que também anunciou sua neutralidade na disputa. Com isso, a Federação União Progressista liberou os filiados para apoiar candidatos em seus estados, permitindo que busquem alinhamentos políticos regionais.
Rueda destacou a importância da federação e a capacidade do partido em contribuir para as eleições, afirmando: “Tenho consciência do peso político que a Federação União Progressista tem nacionalmente e que temos nomes extremamente preparados para todos os cargos. A posição que estamos adotando reflete a nossa maturidade política”.
Além do União Brasil e do PP, o Podemos e os Republicanos também confirmaram sua neutralidade na disputa pela presidência. A escolha dos Republicanos impede que a ex-presidente da Caixa, Daniella Marques, seja vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro, que havia convidado a senadora Tereza Cristina para ser sua vice, viu a proposta vetada pelo PP. A equipe do senador anunciou que o nome do novo vice será revelado em breve.
Opinião
A neutralidade de partidos como o União Brasil e o PP pode ser vista como uma estratégia para fortalecer suas bases locais, mas também levanta questões sobre a influência que terão nas eleições de 2026.





