O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo-MG), apresentará em 16 de abril de 2026, em São Paulo, seu plano econômico liberal, que promete transformar a economia brasileira. Zema, que assumiu Minas Gerais com uma das maiores dívidas entre estados, contará com a coordenação do economista Carlos Costa, que fez parte da equipe de Paulo Guedes no governo Bolsonaro.
Durante a apresentação, Costa enfatizou que o ajuste fiscal será uma prioridade, considerando o descontrole das contas públicas como um entrave ao avanço econômico. Ele destacou que o custo Brasil impacta a produção nacional em impressionantes R$ 1,7 trilhão, o que inviabiliza a competitividade do país em nível internacional.
Privatização Total das Estatais
O plano de Zema inclui a proposta de privatização total das estatais federais, com o objetivo de modernizá-las e reduzir a dívida pública. Costa argumenta que a diminuição da dívida permitirá uma queda significativa na taxa de juros, que ele prevê que possa ser reduzida em 50% nos primeiros seis meses de um eventual governo Zema.
Iniciativas para o Futuro
Além da privatização, o plano também sugere a criação do programa “Sócios do Brasil”, que destinará R$ 1 mil para cada criança que nascer, investindo esse valor em um fundo de ações que poderá ser acessado aos 18 anos. Essa iniciativa visa fomentar uma mentalidade empreendedora desde a infância.
Objetivos e Metas
Costa descreve cinco pilares centrais do plano: zerar o custo Brasil, simplificar o empreendedorismo, enxugar a máquina pública, reduzir juros e ampliar as relações comerciais do Brasil. Ele acredita que a simplificação das obrigações para pequenas empresas é crucial para evitar a informalidade e estimular o crescimento econômico.
Opinião
O plano de Zema apresenta propostas ousadas que podem transformar a economia brasileira, mas a viabilidade dessas medidas dependerá de um amplo apoio político e da capacidade de execução em um cenário econômico desafiador.





