Sandro Alex, pré-candidato ao governo do Paraná pelo PSD, tem se destacado por sua defesa das concessões rodoviárias e por suas críticas à atuação dos senadores paranaenses. Em entrevista concedida em 15/06/2026, ele abordou sua trajetória política e os desafios que o estado enfrenta na área de infraestrutura.
Trajetória e Desafios
Como ex-secretário de Infraestrutura e Logística do governo de Ratinho Junior, Sandro Alex se considera parte fundamental na execução de obras que estavam paradas. Ele afirma ter tirado bilhões em projetos do papel, contribuindo para a transformação do Paraná em um hub logístico da América do Sul. Segundo ele, o modelo de concessões rodoviárias que defende foi apoiado tanto por Bolsonaro quanto por Lula.
Críticas aos Senadores
Durante a entrevista, Sandro Alex não poupou críticas aos senadores do Paraná, afirmando que eles falharam em atuar em pautas que beneficiariam o estado. Ele afirmou: “Acho que um senador deveria terminar o mandato de oito anos. Não é para ter mordomia, para usar de trampolim”. Essa declaração reflete sua insatisfação com a falta de comprometimento de alguns representantes paranaenses.
Relação com Ratinho Junior
Com uma trajetória de 20 anos ao lado de Ratinho Junior, Sandro Alex enfatiza que sua candidatura não era um desejo pessoal, mas sim uma convocação surpresa do governador. Ele acredita que, assim como no futebol, seu papel foi o de “zagueiro”, focando em defender e realizar obras essenciais para a população.
Expectativas para o Futuro
O pré-candidato acredita que a população ainda não está totalmente ciente das eleições, mas que isso mudará com o tempo. Ele está confiante de que, ao apresentar suas propostas e resultados, poderá conquistar a confiança dos eleitores. Sandro Alex enfatiza que o Paraná não pode retroceder, e que a continuidade das obras e investimentos é crucial para o desenvolvimento do estado.
Opinião
A postura de Sandro Alex em relação à infraestrutura e sua crítica à atuação dos senadores paranaenses traz à tona questões importantes sobre a responsabilidade política e a necessidade de um compromisso efetivo com os interesses do estado.





