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Requião Filho critica privatizações enquanto Sandro Alex promete investimentos no Paraná

Requião Filho critica privatizações enquanto Sandro Alex promete investimentos no Paraná

No debate realizado em 09/08/2026 pela TV Bandeirantes, a ausência do pré-candidato Sergio Moro (PL) gerou um confronto direto entre Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT). Moro não participou, alegando que haveria um acordo entre os dois candidatos para ataques orquestrados contra sua candidatura.

Requião Filho criticou as privatizações e o custo de vida no Paraná, atribuindo o aumento das tarifas de energia à privatização da Copel. Ele afirmou que o alto custo da eletricidade prejudica o desenvolvimento econômico do estado, questionando quantas geradoras de energia foram criadas durante o governo de Ratinho Junior.

Por outro lado, Sandro Alex defendeu as privatizações como necessárias para o crescimento do estado e prometeu R$ 23 bilhões em investimentos no setor energético, além da construção de 50 subestações de energia.

Educação e Ideb em Debate

O debate também trouxe à tona a educação, com Sandro Alex destacando que o Paraná ocupa a 1ª posição no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Ele questionou Requião Filho sobre seu posicionamento em relação às escolas cívico-militares, prometendo a criação de 500 novas escolas desse modelo, com um investimento de R$ 6 bilhões.

Requião Filho não se comprometeu a acabar com as escolas cívico-militares, mas afirmou que irá “rever o modelo”, sugerindo que se trata mais de uma propaganda do que de um modelo pedagógico.

Criminalidade e Feminicídio

Durante o debate, Sandro Alex ressaltou a queda nos índices de criminalidade no Paraná, atribuindo isso ao aumento dos investimentos em segurança. Ele prometeu a contratação de mais 2 mil oficiais.

Em contrapartida, Requião Filho criticou a falta de adesão do governo estadual ao programa federal de combate ao feminicídio, um tema que gerou discussões acaloradas ao longo do debate.

Opinião

O debate entre Sandro Alex e Requião Filho expôs as divergências em relação à gestão pública no Paraná, com promessas de investimentos e críticas às privatizações, refletindo a polarização política do estado.