O mundo do basquete perdeu uma de suas maiores lendas. Oscar Schmidt, o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos com cinco participações, faleceu aos 68 anos em São Paulo. Sua trajetória foi exaltada por diversos veículos de imprensa internacionais, que o descreveram como imparável e genial.
Reconhecimento Internacional
O The Washington Post destacou que, apesar de nunca ter jogado na NBA, Oscar deixou um impacto significativo na história do basquete. A publicação ressaltou seu compromisso com a seleção nacional, onde se destacou em cinco Jogos Olímpicos consecutivos, estabelecendo marcas de pontuação que se mantêm até hoje.
O Gazzetta dello Sport, da Itália, relembrou sua passagem por clubes como Juvecaserta e Pavia, onde se tornou uma força reconhecida. Em 1982, o lendário gerente-geral do Juventus Caserta, Giancarlo Sarti, trouxe Oscar para a Itália, o que se mostrou uma jogada brilhante para o basquete italiano.
Conquistas e Legado
A agência italiana ANSA mencionou que Oscar era o único brasileiro no Hall da Fama da NBA e foi reconhecido como um dos 100 melhores jogadores de basquete de todos os tempos. Além disso, a emissora pública espanhola RTVE destacou que ele chegou a deter o recorde mundial de pontos no basquete.
O Clarín, da Argentina, exaltou sua trajetória pela seleção brasileira, onde conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, liderando a vitória histórica sobre os Estados Unidos.
Opinião
A morte de Oscar Schmidt representa uma grande perda para o esporte brasileiro, que se despede de um ícone que uniu gerações em torno do basquete.





