Futebol

Ministro Paulo Henrique Cordeiro revela legado da Copa do Mundo Feminina em 2027

Ministro Paulo Henrique Cordeiro revela legado da Copa do Mundo Feminina em 2027

No dia 24 de junho de 2027, o Brasil será o palco da Copa do Mundo Feminina da FIFA, a primeira a ocorrer na América do Sul. O evento contará com a participação de 32 seleções e será realizado em oito sedes: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O Ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, destacou que o maior legado da competição será a inclusão de mais meninas na prática do futebol.

Promoção da Igualdade de Gênero

Durante uma entrevista no programa Bom Dia, Ministro, Cordeiro enfatizou que o torneio será uma oportunidade crucial para promover a igualdade de gênero no esporte. “A Copa Feminina é uma virada de chave do alcance que se tem do futebol masculino e do feminino”, afirmou o ministro, ressaltando que o evento não se limita a melhorias na infraestrutura, mas busca uma mudança sociocultural.

Prêmio para Atletas da Seleção de 1988

Além disso, a Lei Geral da Copa, sancionada recentemente, prevê um prêmio de R$ 500 mil para cada atleta da Seleção Brasileira que conquistou o bronze na Copa de 1988, o primeiro grande torneio mundial feminino organizado pela FIFA. Essa medida reforça o compromisso do governo com a valorização do futebol feminino.

Inclusão Social e Acessibilidade

O ministro também abordou a importância do esporte como um pilar de inclusão social, saúde e cidadania, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A gestão atual visa direcionar políticas públicas para essas áreas, buscando afastar jovens da vulnerabilidade social.

Em linha com o foco em inclusão, foi destacado o programa TEAtivo, que atende crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) por meio de atividades esportivas adaptadas. O programa já atende mais de 1.840 estudantes na Região Nordeste e está sendo expandido para outras regiões.

Opinião

A Copa do Mundo Feminina de 2027 promete não apenas ser um evento esportivo, mas um marco na luta pela igualdade de gênero e inclusão no Brasil.