O Brasil deu início a uma missão humanitária na Venezuela no dia 27 de junho de 2026, em resposta ao devastador terremoto que atingiu o país no dia 24 de junho. A equipe brasileira está instalada em uma base na região de Los Corales e conta com 37 bombeiros militares e 4 técnicos da Anatel, além de dez toneladas de materiais e equipamentos enviados para auxiliar no resgate de vítimas.
A missão é coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). O cenário na Venezuela é crítico, com muitos cidadãos fora de suas casas, utilizando pontos de ônibus como abrigo. As equipes brasileiras estão utilizando sensores de movimento e cães farejadores para localizar possíveis sobreviventes entre os escombros.
Desafios e ações de resgate
O diretor do Departamento de Preparação e Socorro da Sedec, Armin Braun, descreveu a situação como uma verdadeira corrida contra o tempo, em um país devastado, sem água e energia. A equipe brasileira está atuando em uma base improvisada em um campo de futebol, que também foi afetado pelo terremoto, e está recebendo apoio de equipes internacionais que chegam continuamente.
O epicentro do terremoto foi registrado na Venezuela, mas os impactos foram sentidos em vários estados do Norte do Brasil, como Pará, Amazonas, Amapá e Roraima, onde houve oscilações em edificações mais altas. Apesar do susto, não houve registro de mortes ou danos significativos no Brasil.
Opinião
A rápida mobilização do Brasil em resposta à tragédia na Venezuela demonstra a importância da solidariedade entre nações em momentos críticos.





