A Anvisa determinou o recolhimento de produtos da marca Ypê com lotes terminados em ‘1’ no dia 7 de outubro. A decisão gerou reações diversas entre supermercados de Campo Grande, que adotaram diferentes estratégias diante da restrição.
Enquanto alguns estabelecimentos simplesmente retiraram os itens da marca das prateleiras, outros aproveitaram a situação para liquidar produtos não afetados pela determinação. Um mercado da Rede Pires, localizado no bairro Piratininga, reduziu os preços de produtos Ypê que seguem liberados para comercialização. O sabão em pó Tixan Ypê de 2,2 kg, por exemplo, passou de R$ 18,55 para R$ 16,95, enquanto a água sanitária Ypê caiu de R$ 9,99 para R$ 7,98.
A movimentação chamou a atenção dos consumidores, como a dona de casa Marta Jesus Saldanha, que procurava pelo desinfetante Ypê, mas não encontrou. Ela expressou sua insatisfação, afirmando que o produto é mais barato em comparação a outros locais. Por outro lado, a feirante Arlidia Lemes decidiu descartar um dos produtos após acompanhar as notícias sobre o recolhimento, demonstrando preocupação com a segurança dos produtos.
Produtos Proibidos e Recomendações
Segundo a Anvisa, a proibição se aplica a produtos fabricados em Amparo (SP) cujo número do lote termina com o algarismo ‘1’, como por exemplo, L20341. A lista inclui detergentes, desinfetantes e outros produtos da marca. A recomendação é que os consumidores não utilizem os produtos afetados e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Ypê pelo telefone 0800 1300 544 para solicitar substituição gratuita.
Opinião
A determinação da Anvisa levanta questões sobre a segurança dos produtos de limpeza e a responsabilidade das empresas em garantir a qualidade de seus itens no mercado.





