O presidente da Fifa, o suíço-italiano Gianni Infantino, fez uma declaração polêmica ao comentar a situação da Itália em relação à próxima Copa do Mundo. Em uma entrevista, ele sugeriu que a seleção poderia se classificar para o torneio de 2030, caso a competição amplie o número de seleções de 48 para 64.
A Azzurra, tetracampeã mundial, ficou de fora das edições de 2018, 2022 e 2026, sendo esta última a primeira a contar com 48 seleções. Durante a conversa, Infantino fez uma piada, dizendo: “Talvez a Itália se classifique com 64 seleções ou talvez possamos chegar a 208!”.
A partida de abertura da Copa de 2026 foi vencida pelo México por 2 a 0 sobre a África do Sul.
Contexto da Copa de 2030
Infantino comentou que a proposta de ampliar o número de seleções foi discutida no Conselho da Fifa. O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, também defende essa ampliação em celebração ao centenário da primeira Copa do Mundo, realizada em 1930 no Uruguai. As sedes principais do torneio de 2030 serão Espanha, Portugal e Marrocos.
Na mesma entrevista, Infantino mencionou que era necessário observar como seria a primeira Copa do Mundo com 48 seleções antes de tomar decisões sobre futuras ampliações.
Reação da Itália
O ministro dos Esportes da Itália, Andrea Abodi, expressou sua perplexidade em relação ao comentário de Infantino e declarou que gostaria de ouvir diretamente o presidente da Fifa para entender melhor suas intenções.
Opinião
A declaração de Infantino levanta questões importantes sobre a competitividade e a inclusão no futebol, especialmente para seleções tradicionais como a Itália, que buscam retornar ao cenário mundial.





