No dia 7 de março, países de todos os continentes se uniram para homenagear os policiais que perderam a vida no cumprimento do dever, em uma iniciativa coordenada pela INTERPOL. Monumentos emblemáticos, como o Obelisco de Buenos Aires na Argentina e o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, foram iluminados de azul, simbolizando o respeito e a memória dos agentes.
Atos de Lembrança ao Redor do Mundo
As homenagens ocorreram em diferentes fusos horários, com cerimônias que incluíram minutos de silêncio, hasteamento de bandeira a meio-mastro e a leitura dos nomes dos policiais mortos em serviço. Além do Brasil e da Argentina, outros monumentos, como o National Carillon em Canberra, Austrália, e o Coliseu em Roma, Itália, também foram iluminados.
Declaração do Secretário-Geral da Interpol
O secretário-geral da Interpol, Valdecy Urquiza, ressaltou a importância do dia, afirmando que “todos os dias, em todos os cantos do mundo, os policiais vestem o uniforme, despedem-se de suas famílias e avançam rumo à incerteza”. Sua declaração enfatiza o sacrifício e a dedicação dos agentes de polícia.
Cerimônias em Lyon e Singapura
Cerimônias também foram realizadas na secretaria-geral da Interpol em Lyon, França, e no Complexo Global para a Inovação em Singapura, reforçando o compromisso global em reconhecer o trabalho policial. O presidente da Interpol, Lucas Philippe, destacou que “hoje honramos aqueles que caíram” e a importância do trabalho policial como uma missão pública.
Opinião
A celebração do Dia Internacional dos Policiais Mortos em Serviço é uma oportunidade crucial para refletir sobre o valor do serviço policial e os riscos enfrentados por aqueles que dedicam suas vidas à segurança da sociedade.






