No dia 17/06/2026, o embate entre o pré-candidato à Presidência Romeu Zema e o senador Flávio Bolsonaro expôs um dilema para o partido Novo no Sul do Brasil. Zema, que chegou a ser cotado como vice de Flávio, adotou uma postura crítica após o vazamento de um áudio do presidenciável, gerando tensões entre os diretórios estaduais.
Divisão no Novo e reação de Zema
A crise começou após o diretório do Novo em Santa Catarina divulgar uma nota que gerou divergências internas. Zema criticou Flávio Bolsonaro em decorrência do áudio vazado, o que levou a uma resposta contundente do diretório catarinense. O presidente estadual, Kahlil Zattar, afirmou que se não houver uma mudança na comunicação da pré-campanha de Zema, o diretório poderá se posicionar contrariamente à sua candidatura.
Evento em Joinville e convenções partidárias
Um evento de pré-campanha programado para o dia 4 de julho em Joinville pode ser boicotado por filiados que se sentem descontentes com a direção do partido. As convenções partidárias ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto, período crucial para a definição das coligações e candidaturas.
Alianças e preocupações eleitorais
A aliança do PL com o Novo nos estados do Sul é uma estratégia importante, mas a postura de Zema levanta preocupações sobre a cláusula de barreira nas urnas, que pode impactar o acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda.
Opinião
A crise interna do Novo revela a fragilidade das alianças políticas e a necessidade de uma comunicação mais alinhada entre os integrantes da sigla, especialmente em tempos eleitorais.





