No congresso nacional do partido Missão, realizado em São Paulo no dia 1º, o candidato à Presidência da República, Renan Santos, fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao senador Flávio Bolsonaro. Em seu discurso, Renan afirmou que sua campanha representa uma alternativa ao PT e ao bolsonarismo, propondo que ambos os grupos sejam “jogados na lata de lixo da história”.
Renan criticou Lula por prometer benefícios assistenciais, como botijão de gás e conta de luz paga, alegando que o petista “destruiu os sonhos” de uma geração. Além disso, atacou Flávio, chamando-o de “farsante, fraco e corrompido”, e afirmou que o senador não tem chances de vencer Lula no segundo turno.
Propostas e Financiamento da Campanha
O Missão foi criado por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) e teve sua criação aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2025. Renan Santos, que aparece com 3% das intenções de voto segundo o Datafolha, destacou que sua campanha arrecadou R$ 1,17 milhão por meio de uma vaquinha virtual.
Entre suas propostas, Renan pretende reformar o Bolsa Família, priorizando a criação de empregos. Ele afirmou que, ao final de seu eventual mandato, nenhum Estado brasileiro deverá ter mais beneficiários do programa assistencial do que trabalhadores com carteira assinada.
Candidatura e Vice
O candidato a vice-presidente na chapa é Aroldo Medina, que também discursou no evento, ressaltando que o objetivo do partido é construir “um Brasil livre da corrupção política e do crime organizado”. Medina defendeu Renan, que é alvo de críticas por não ter diploma universitário, chamando-o de “autodidata” e enfatizando que essa característica é mais relevante do que uma formação acadêmica.
Opinião
A candidatura de Renan Santos traz à tona uma nova alternativa no cenário político brasileiro, desafiando a polarização entre PT e bolsonarismo, mas enfrenta o desafio de expandir sua base de apoio.





