O Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), principal ferramenta para inclusão de famílias de baixa renda em políticas públicas, completou 25 anos desde sua criação em 2001. Para celebrar essa data, uma cerimônia foi realizada no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília (DF), no dia 15 de abril de 2026.
O CadÚnico é a porta de entrada para 46 programas federais, incluindo o Bolsa Família, que beneficia 18,7 milhões de famílias, e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que assistiu 6,4 milhões de pessoas. Até março de 2026, o CadÚnico registrava 42,2 milhões de famílias, totalizando 96 milhões de pessoas cadastradas, quase metade da população brasileira.
Reconhecimento e Avanços
O evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, que destacou o prestígio internacional do Brasil em políticas sociais, com mais de 110 países considerando o modelo brasileiro como referência. O CadÚnico também integra a Cesta de Políticas da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a presidência do Brasil no G20.
Modernização e Segurança
Em 2025, o sistema do CadÚnico passou por uma revolução tecnológica, tornando-se mais seguro e integrando bases de dados da Receita Federal e do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). O novo sistema utiliza o CPF como chave única, permitindo a identificação e prevenção de fraudes. Além disso, foi lançado um aplicativo offline para facilitar o cadastramento em áreas remotas.
História e Impacto
O CadÚnico foi criado com o objetivo de unificar os programas de transferência de renda, e desde então se consolidou como uma ferramenta vital para o acesso a direitos sociais. A celebração também homenageou profissionais do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e ex-beneficiários que tiveram suas vidas transformadas pelo acesso a direitos garantidos pelo CadÚnico.
Opinião
O aniversário do CadÚnico é um marco importante que evidencia a evolução das políticas sociais no Brasil e a necessidade de continuar investindo em inclusão e proteção social.





