A Vara de Registros Públicos do Tribunal de Justiça do Rio autorizou a cremação dos corpos de Dayan Sofia Murillo Manrique, Lida Rocio Cubillos Cardenas e Wendy Yolani Manrique Cubillos, três colombianas da mesma família que morreram na queda de um helicóptero em 8 de agosto de 2026, na região da Vista Chinesa, na Floresta da Tijuca.
Após a queda, a aeronave explodiu, resultando também na morte do piloto. A decisão judicial foi baseada em laudos conclusivos de necropsia realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) e teve a manifestação favorável do Ministério Público estadual. A cremação, por se tratar de uma morte decorrente de acidente, requer autorização judicial.
A identificação das vítimas foi realizada pelo IML através de exames odontológicos e antropológicos, uma vez que as três mulheres eram estrangeiras e não havia uma base de dados no Brasil que permitisse a confirmação por impressões digitais. A juíza Raquel Santos Pereira Chrispino afirmou que a decisão considerou que os exames afastaram a necessidade de novas perícias e diligências pela autoridade policial.
A decisão judicial também determina que os requerentes apresentem, em cinco dias, a comprovação da realização da cremação e cópias dos registros de óbito. As cinzas das vítimas serão levadas para a Colômbia.
Opinião
A autorização da cremação representa um passo importante para a família das vítimas, proporcionando um fechamento em um momento de dor e tragédia.





