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STJ nega liberdade a Deolane Bezerra e reforça envolvimento com PCC

STJ nega liberdade a Deolane Bezerra e reforça envolvimento com PCC

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, nesta terça-feira (9), o pedido de liberdade da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, que está presa desde o dia 21 de maio de 2026. A prisão ocorreu durante a Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro associado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

A defesa de Deolane solicitou um habeas corpus para converter sua prisão preventiva em domiciliar, argumentando que ela é mãe e única responsável por uma criança de 9 anos. No entanto, a Quinta Turma do STJ rejeitou por unanimidade a tese dos advogados, destacando os indícios de “intenso envolvimento” da influenciadora com a organização criminosa.

Decisão Unânime do STJ

Os ministros do STJ afirmaram que existem evidências detalhadas sobre a participação de Deolane Bezerra nos crimes investigados, o que reforça a necessidade de manutenção da prisão. A influenciadora, que possui mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais, está detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, localizada no interior de São Paulo.

Esta não é a primeira vez que Deolane enfrenta problemas com a justiça. Ela foi presa pela primeira vez em setembro de 2024, durante desdobramentos da Operação Integration, quando foi detida em Recife pela Polícia Civil, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.

Impacto nas Redes Sociais

A prisão de Deolane Bezerra e a decisão do STJ geraram grande repercussão nas redes sociais, onde a influenciadora é uma figura bastante conhecida e seguida. A continuidade de sua detenção levanta questões sobre a influência e o papel de figuras públicas em investigações de crimes graves.

Opinião

A decisão unânime do STJ reflete a seriedade das acusações contra Deolane Bezerra e destaca a importância do combate à criminalidade organizada no Brasil.