O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou o reforço em seu esquema de segurança para o Sete de Setembro, em meio a uma crise interna envolvendo André Mendonça e Alexandre de Moraes. O plano de segurança adotado será o mesmo utilizado em anos anteriores, visando proteger a sede do tribunal em Brasília durante as festividades.
O planejamento está sendo realizado em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o Comando Militar do Planalto, as Forças Armadas, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Palácio do Planalto, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e outras forças de segurança do DF. As medidas incluem o compartilhamento de inteligência, avaliação de riscos e a definição coordenada de efetivos e áreas de responsabilidade.
As medidas de segurança foram intensificadas após os eventos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes em Brasília foram invadidas em uma tentativa de golpe de Estado. Para este ano, o esquema de segurança foi planejado antes da crise interna que se instalou no tribunal.
No início da semana, Mendonça enviou um relatório da Polícia Federal ao presidente do STF, Edson Fachin, com indícios de uma suposta ligação irregular entre Moraes e Daniel Vorcaro. Em resposta a essa situação, Moraes solicitou a Fachin a abertura de uma investigação contra Mendonça por procedimentos irregulares na condução do caso.
Opinião
A intensificação das medidas de segurança pelo STF reflete a necessidade de proteção em tempos de tensão política, evidenciando a fragilidade do ambiente democrático no Brasil.





