Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), se afastará do cargo a partir de 12 de outubro de 2026 para dedicar-se exclusivamente à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. A decisão ocorre em meio a um cenário de mudanças estratégicas na campanha, conforme revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Contexto da Campanha
Sidônio, que atuou como marqueteiro de Lula em 2022, quando o presidente derrotou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), agora se concentra em uma nova fase eleitoral. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro obteve 56.104.503 votos (47,03%), enquanto Lula recebeu 53.879.538 votos (45,16%).
Novas Estratégias e Coordenadores
Durante a última semana, Lula reuniu seus coordenadores e aliados para traçar os próximos passos da campanha. O atual presidente nacional do PT, Edinho Silva, continua na coordenação, agora ao lado do senador Camilo Santana (PT-CE) e do governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT).
Polêmica nas Redes Sociais
Na quarta-feira (7), Lula gravou sua primeira “selfie” após receber críticas por sua ausência nas redes sociais. A campanha, no entanto, também enfrentou um clima tenso após a ex-senadora Kátia Abreu (PT-GO) defender “menos Janja e mais Alckmin” durante uma reunião de coordenadores, gerando aplausos entre os presentes. Em resposta, Janja afirmou que sua participação na campanha é respaldada por Lula, destacando que não se afastará do trabalho.
Reação de Janja
A assessoria de Janja enviou uma nota à imprensa reafirmando que sua participação é legítima e sempre apoiada pelo presidente. O objetivo de todos os envolvidos, segundo a nota, é um só: reeleger Lula.
Opinião
A movimentação de Sidônio Palmeira e as tensões internas na campanha revelam um cenário dinâmico e desafiador para Lula no segundo turno, onde cada decisão pode impactar diretamente os resultados eleitorais.





