O senador Cleitinho Azevedo, filiado ao Republicanos, vem enfrentando pressão tanto de seu partido quanto do PL para concorrer ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. Recentemente, Cleitinho parece ter mudado de ideia, conforme um vídeo feito por inteligência artificial divulgado em suas redes sociais, onde ele interage com familiares falecidos que o incentivam a seguir em frente.
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada no dia 28 de julho de 2026, mostra que Cleitinho varia de 34% a 35% das intenções de voto, com uma vantagem significativa de 22 a 23 pontos percentuais sobre seus concorrentes. Os principais adversários, Alexandre Kalil (PDT), Patrus Ananias (PT) e Mateus Simões (PSD), estão em um empate técnico, separados por até 6 pontos percentuais, o que se dá dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 3 pontos percentuais.
Alternativas no plano B
O Republicanos e o PL já estão considerando alternativas caso Cleitinho não aceite a candidatura. O PL pode lançar o ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli, que, segundo a pesquisa, possui apenas 3% das intenções de voto. No cenário em que Cleitinho não concorre, as intenções de voto ficam pulverizadas, com um aumento significativo na porcentagem de indecisos e votos brancos e nulos.
Desempenho em diferentes públicos
Curiosamente, Cleitinho tem conseguido apoio até mesmo entre eleitores de esquerda, com 31% dos entrevistados que se identificam como “lulistas” afirmando que votariam nele. Isso contrasta com o desempenho de Kalil, que é opção para apenas 18% dos “bolsonaristas”. Apesar de ser um crítico do governo do PT no Senado, sua rejeição é menor que a de Kalil e Patrus, com apenas Mateus Simões apresentando um índice de rejeição ainda menor.
Opinião
A movimentação de Cleitinho Azevedo mostra como as eleições de 2026 em Minas Gerais estão se intensificando, com a pressão dos partidos refletindo a relevância de sua candidatura no cenário político atual.





