O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) voltou a defender sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais durante a convenção nacional do Republicanos, realizada em 4 de agosto de 2026, em Brasília. Sua solicitação ocorre após uma negativa do presidente nacional da sigla, Marcos Pereira, que havia anunciado anteriormente a desistência de Azevedo em um vídeo gravado no dia 3 de agosto.
No evento, Cleitinho Azevedo interrompeu Marcos Pereira para pedir que fosse mantido como pré-candidato ao Palácio Tiradentes. A negativa de Pereira se baseou na alegação de que Azevedo não demonstrou engajamento suficiente em sua pré-campanha. Em seu vídeo, o senador havia declarado que não concorreria por questões pessoais, incluindo o recente falecimento de seu irmão, Mateus Azevedo, que morreu de leucemia.
Azevedo, em sua defesa, mencionou estar passando por um momento de luto e vulnerabilidade, e pediu humildemente que o presidente reconsiderasse sua decisão. “Quem nunca foi e voltou? Que levante a mão”, disse ele, apelando ao partido.
Apesar do apelo, Marcos Pereira manteve sua posição, afirmando que seria irresponsável colocar alguém tão inconstante na disputa. Ele ressaltou que todas as oportunidades foram dadas a Azevedo, mas que sua indecisão poderia comprometer a candidatura.
Com a indefinição sobre a pré-candidatura, o Republicanos poderá optar por apoiar Marcelo Aro (PP-MG) na eleição, formando uma aliança com o Progressistas e o PL.
Opinião
A situação de Cleitinho Azevedo reflete as complexidades da política, onde decisões pessoais e lutas internas podem impactar diretamente as candidaturas e alianças estratégicas.





