O Brasil avança na preparação para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 com a recente aprovação do Projeto de Lei Complementar 55/2026 pelo Senado Federal. A votação ocorreu em 9 de junho de 2026, com 58 votos a favor e apenas 1 contra.
Este projeto, de iniciativa do Poder Executivo, permite que municípios e o Distrito Federal concedam isenção do Imposto Sobre Serviços (ISS) para as empresas que participarão da organização e realização do evento. A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e agora aguarda sanção presidencial.
Impactos Econômicos e Legado
A medida é vista como um passo crucial para garantir segurança jurídica e atrair investimentos para as cidades-sede: Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, Fortaleza e Porto Alegre. Esta será a primeira vez que a Copa ocorre na América do Sul.
O Ministro do Esporte destacou que a aprovação do projeto demonstra o compromisso do Brasil em realizar a Copa mais brasileira da história, com um legado significativo para o esporte e para as mulheres no futebol. Ele enfatizou que a isenção não é automática, mas cria uma base legal para que cada município decida sobre a adoção do benefício.
Expectativas e Oportunidades
O relator da proposta no Senado, Romário (PL-RJ), ressaltou que a iniciativa não implica renúncia automática de receitas e que os efeitos econômicos positivos incluem o aumento do turismo, ocupação hoteleira e geração de empregos temporários. A expectativa é que a competição não apenas beneficie a economia das cidades-sede, mas também deixe um legado duradouro para o esporte brasileiro.
Opinião
A aprovação da isenção do ISS é uma oportunidade valiosa para fortalecer a infraestrutura e o legado da Copa do Mundo Feminina, refletindo um compromisso com o desenvolvimento do esporte no Brasil.





