Política

Prefeitura de Campo Grande assina convênio de R$ 12,4 milhões e promete mais atendimentos

Prefeitura de Campo Grande assina convênio de R$ 12,4 milhões e promete mais atendimentos

A Prefeitura de Campo Grande firmou um convênio de R$ 12,4 milhões com a Maternidade Cândido Mariano, visando atender pacientes regulados do Sistema Único de Saúde (SUS). O acordo foi assinado na manhã do dia 3 de novembro e tem como objetivo reduzir filas de espera e ampliar o acesso a consultas, exames e cirurgias especializadas.

Com este investimento, mais de 13 mil procedimentos serão realizados na maternidade, que se torna uma das primeiras a iniciar esse chamamento oficialmente. A ação é uma parceria da Secretaria de Saúde (Sesau), com apoio da bancada federal e outras instituições municipais, utilizando a capacidade instalada de instituições filantrópicas e privadas contratadas via SUS, dentro do programa Vira CG Saúde.

A prefeita Adriane Lopes (PP) enfatizou que Campo Grande investe mais de 30% do orçamento em saúde pública. Ela destacou a importância de buscar recursos adicionais, afirmando: “Se os recursos da Capital são insuficientes, nós precisamos bater em outras portas para ampliação desse recurso”.

A senadora Tereza Cristina também comentou sobre a importância de investimentos na saúde, ressaltando que é fundamental entregar resultados à população. “Nós não podemos ter sombreamentos, nós precisamos sentar à mesa e utilizar os recursos que não são nossos, são da população que trabalha para o imposto para eles serem mais bem-estimados”.

O convênio permitirá à maternidade ampliar as cirurgias por vídeo, incluindo mais de 100 cirurgias de endometriose por vídeo cirurgia. O diretor presidente Daniel Mirando destacou que o investimento traz inovação para a saúde pública e enfatizou a importância de parcerias público-privadas.

Outro ponto importante do investimento é o atendimento a mães atípicas, com a criação do núcleo NAMA dentro da Sesau. A prefeita explicou que essas mães são cadastradas e recebem insumos, como leites e frutas. “Não existe hoje uma política nacional. Nós batemos à porta do Governo Federal em busca de recursos e de caminhos, e lá também não tinha. Campo Grande está saindo na frente, criando um caminho e trazendo uma política pública que não existia. Já foram atendidas mais de 300 mães“.

Opinião

O investimento em saúde pública é essencial, e a criação de políticas que atendam a população, especialmente as mães atípicas, é um avanço significativo para Campo Grande.