O Comitê de Campanha do deputado estadual Márcio Fernandes (PL) foi alvo de uma ação da Polícia Federal no dia 25 de setembro de 2026. A operação ocorreu em um momento crítico, a poucos dias do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro de 2026, onde o deputado busca a reeleição.
Segundo a assessoria de imprensa do parlamentar, a ação foi considerada uma rotina e não causou maiores problemas. A assessoria enfatizou que a Polícia Federal também atuou em outros comitês na Capital, indicando que a operação não era direcionada exclusivamente ao comitê de Márcio Fernandes.
Ação Policial e Código Eleitoral
A operação realizada no Bairro Chácara Cachoeira acontece em um período em que a legislação eleitoral proíbe a detenção de candidatos até 6 de outubro de 2026, exceto em casos de flagrante delito. Essa proteção é garantida pelo Código Eleitoral, que busca assegurar que os candidatos possam concorrer sem interferências indevidas durante o período eleitoral.
Até o momento, a Polícia Federal não forneceu esclarecimentos adicionais sobre a operação, que gerou expectativa e preocupação entre os envolvidos nas eleições. A detenção de um candidato, se ocorrer, deve ser imediatamente avaliada por um juiz competente, que decidirá sobre a legalidade da prisão.
Opinião
A investigação da Polícia Federal sobre o comitê de Márcio Fernandes levanta questões sobre a integridade do processo eleitoral e a necessidade de transparência nas campanhas políticas.





