O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez uma declaração importante nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, sobre o caso Master, que será julgado na próxima terça-feira, 15 de setembro de 2026. Em resposta ao ofício do ministro Alexandre de Moraes, que apontou ‘seletividade’ na liberação de informações, Mendonça afirmou que disponibilizou todo o conteúdo disponível, mas com a preservação de dados pessoais dos investigados.
Mendonça destacou que a manutenção do sigilo foi uma decisão ‘prudente e responsável’, considerando as investigações em curso e a necessidade de proteger informações sensíveis, como dados bancários e fiscais de pessoas físicas e jurídicas. Ele esclareceu que não poderia divulgar a totalidade dos procedimentos contidos na Petição 15.556, que se refere apenas à representação policial que deu início à 3ª fase da Operação Compliance Zero.
O caso está sendo acompanhado de perto, especialmente após o ministro Edson Fachin ter dado um prazo de 24 horas para que Mendonça retirasse o sigilo de todos os documentos relacionados à Operação Compliance Zero, que investiga corrupção e fraudes financeiras bilionárias ligadas ao antigo Banco Master. A Procuradoria-Geral da República (PGR) argumentou que a divulgação parcial das informações poderia gerar uma ‘ideia equivocada’ sobre a transparência do caso.
Opinião
A situação envolvendo o caso Master e a troca de declarações entre os ministros do STF evidencia a complexidade do tema e a pressão pela transparência nas investigações.





