A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está se preparando para a última manifestação do petista no segundo turno, marcada para este sábado, 21 de outubro, em São Paulo. Com o objetivo de evitar atos de vandalismo e a repressão da Polícia Militar, a coordenação da candidatura anunciou uma série de medidas preventivas.
Medidas de Segurança
Durante a caminhada de 1,2 km na avenida Paulista, Lula estará em um carro aberto, buscando contato próximo com a militância. Para garantir a segurança do evento, a campanha negociou com o governo de São Paulo, a prefeitura e a Justiça Eleitoral a identificação dos policiais e a manutenção da gravação contínua das câmeras corporais.
Incidentes Anteriores
Os preparativos vêm após incidentes em manifestações anteriores, ocorridos em 3 de outubro e 11 de outubro, onde a campanha enfrentou a disseminação de notícias falsas e problemas com a polícia. Em ambos os atos, houve relatos de manipulação de imagens e tentativas de repressão por parte da Polícia Militar.
Organização do Ato
A frente da organização do ato está o presidente do PT paulista, deputado Kiko Celeguim, e o advogado Marco Aurélio Carvalho, do grupo Prerrogativas. Eles afirmaram que, apesar de inicialmente planejarem a instalação de tapumes de proteção em estações do metrô, foram informados que essa medida não seria necessária. Celeguim destacou a importância de evitar mal-entendidos e expressou confiança de que a manifestação ocorrerá sem tensões.
Preparação e Mobilização
A campanha também mobilizou advogados para acompanhar o ato e auxiliar a militância, se necessário. Carvalho enfatizou que a equipe está preparada para enfrentar inverdades e truculência, afirmando: “Ocupamos as ruas do país na campanha e não tivemos nenhum episódio de violência. Não vão nos intimidar”.
Opinião
As medidas de segurança adotadas pela campanha de Lula refletem a necessidade de um ambiente pacífico em um momento tão crucial da eleição.





