No dia 23 de abril de 2026, o presidente Lula participará da cerimônia de assinatura do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o período de 2026 a 2036. O evento ocorrerá no Centro Internacional de Convenções do Brasil em Brasília, às 17h, e contará com a presença dos ministros da Cultura e da Educação.
Meta ambiciosa de leitores
O novo PNLL tem como objetivo elevar o percentual de leitores de 47% para 55% da população até 2035. A iniciativa é fruto de uma colaboração entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, com foco na redução do custo do livro e na expansão de livrarias, especialmente em regiões menos favorecidas.
Direito à escrita criativa
Uma das inovações do PNLL 2026-2036 é a inclusão da escrita criativa como um direito. Essa mudança busca transformar cidadãos em produtores de cultura, promovendo a literatura em áreas periféricas, quilombolas e indígenas. O secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, Fabiano Piúba, enfatiza que o plano servirá como uma bússola estratégica para a formação de uma nação leitora.
Compromisso histórico com a leitura
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destaca que o PNLL é um reflexo de um compromisso histórico com a emancipação do cidadão. O plano já demonstrou resultados significativos, como a transformação de bibliotecas públicas em centros de convivência e inovação, além de aumentar o índice de leitura no país.
Inclusão e acessibilidade
O novo ciclo do PNLL também se compromete a garantir acessibilidade plena, com acervos em braille, libras e audiolivros em todas as bibliotecas. Esta visão inclusiva permitirá que a leitura chegue a todos os cidadãos, incluindo aqueles em unidades prisionais e hospitais.
Opinião
A assinatura do PNLL representa um passo importante para a democratização do acesso à leitura no Brasil, reafirmando a literatura como um pilar essencial para a formação de uma sociedade mais justa e informada.





