Lionel Messi está enfrentando um processo judicial movido por uma promotora de eventos de Miami, que alega que o astro do futebol violou um contrato ao não participar de um amistoso da seleção Argentina no ano passado. A ação foi apresentada no Tribunal do Circuito de Miami-Dade em 31 de março.
Ação Judicial e Acusações
A promotora de eventos afirma que assinou um acordo com a Associação do Futebol Argentino (AFA) no verão passado, garantindo direitos exclusivos para organizar e promover amistosos internacionais da Argentina em outubro contra Venezuela e Porto Rico. O contrato estipulava que Messi deveria jogar pelo menos 30 minutos em cada partida, salvo se estivesse lesionado, sendo sua participação considerada essencial para o valor comercial dos jogos.
Quebra de Contrato e Negligência
De acordo com a queixa, Messi não jogou na vitória da Argentina por 1 a 0 sobre a Venezuela em 10 de outubro, assistindo à partida do camarote do Hard Rock Stadium, no sul da Flórida. No dia seguinte, Messi foi titular e marcou dois gols na vitória do Inter Miami por 4 a 0 sobre o Atlanta United.
Além disso, ele participou da vitória da Argentina por 6 a 0 sobre Porto Rico, em 14 de outubro, onde registrou duas assistências. O processo acusa Messi de conspirar com Julian Marcos Kapelan e a AFA para induzir a promotora a firmar contratos sob falsos pretextos, além de negligência na declaração de informações.
Implicações para a AFA e Kapelan
A AFA também é acusada de negligência na declaração de informações e quebras de contrato relacionadas aos amistosos. O executivo esportivo Julian Marcos Kapelan enfrenta acusações de fraude, complicando ainda mais a situação jurídica de todos os envolvidos.
Opinião
O caso de Messi destaca a complexidade das relações contratuais no mundo do esporte e as implicações legais que podem surgir quando expectativas comerciais não são atendidas.





