A segunda fase da Operação Pretorianos, realizada em 29 de janeiro de 2026, resultou na prisão de dois policiais militares aposentados e do contraventor Rogério de Andrade. As prisões ocorreram em mandados cumpridos no Rio de Janeiro e em Mato Grosso do Sul, em uma ação coordenada pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ).
Detalhes da Operação
Os policiais, identificados como Carlos André Carneiro de Souza e Marcos Antonio de Oliveira Machado, são suspeitos de integrarem uma organização criminosa dedicada à exploração ilegal de jogos de azar e à corrupção ativa. Eles atuavam na segurança de Rogério de Andrade, que já se encontra preso em uma penitenciária federal.
Denúncias e Acusações
A denúncia que levou à operação foi formalizada pelo Gaeco/MPRJ, que alegou que Carlos André, em conluio com Andrade, subornou um policial militar da ativa para obter informações sigilosas e direcionar ações contra estabelecimentos de jogos clandestinos rivais. Essa operação contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).
Impacto e Repercussão
As prisões são um marco na luta contra a corrupção e a exploração de jogos ilegais no Brasil, destacando a atuação do Gaeco e das forças de segurança na repressão a esses crimes. A operação é vista como um avanço significativo no combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro e em outras regiões do país.
Opinião
A Operação Pretorianos evidencia a importância da colaboração entre diferentes órgãos de segurança para o enfrentamento da criminalidade organizada no Brasil.





