Em um ato que reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista no dia 7 de setembro de 2026, o candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, chamando sua atuação de ‘ditadura’. O evento, que se estendeu por cerca de sete quarteirões, teve a presença do governador Tarcísio de Freitas e de outras figuras políticas.
Críticas ao governo e propostas de segurança
Durante seu discurso, Flávio afirmou que vai ‘declarar guerra aos narcoterroristas deste país’, referindo-se a facções como PCC e Comando Vermelho, que, segundo ele, serão classificados como terroristas. Ele também criticou Lula, responsabilizando-o pelo ‘caos moral’ que o Brasil enfrenta, e propôs a redução da maioridade penal como parte de suas medidas de segurança pública.
Promessas para a saúde e apoio aos idosos
Além de suas promessas em relação à segurança, Flávio Bolsonaro se comprometeu a oferecer cirurgias de catarata para idosos, enfatizando que sua candidatura é voltada para o bem-estar do povo brasileiro. Ele destacou a importância de cuidar das mulheres e dos jovens, prometendo ações que visem melhorar a qualidade de vida e as oportunidades de emprego.
Repercussão do ato e apoio político
O ato na Avenida Paulista foi marcado por um forte sentimento de indignação contra o governo atual, com Flávio puxando gritos de ‘Fora, Lula! Fora, Moraes!’. A presença de aliados como o pastor Silas Malafaia e o deputado Nikolas Ferreira reforçou a mobilização em torno de sua candidatura. Flávio também criticou a atuação da Polícia Federal, acusando o diretor Andrei Rodrigues de agir politicamente a mando de Lula.
Opinião
O ato de Flávio Bolsonaro reflete um momento de polarização política no Brasil, onde as promessas de segurança e saúde se misturam a críticas contundentes ao governo atual.





