O senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez duras críticas ao ministro do Supremo Alexandre de Moraes após a decisão que o proíbe de visitar seu pai, Jair Bolsonaro, por um período de 90 dias. Essa medida, que coincide com o período que se aproxima do 1º turno das eleições, marcado para o dia 4 de outubro de 2026, foi interpretada por Flávio como uma tentativa de interferência nas eleições.
Decisão e Reação
A decisão de Moraes foi tomada após um pedido do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que acionou o magistrado em resposta a uma carta de Jair Bolsonaro, onde ele expressava apoio a Flávio como sua alternativa ao Palácio do Planalto. Em sua live, que durou mais de uma hora, Flávio afirmou: “Está muito claro que o que o Alexandre de Moraes quer é tirar Jair Bolsonaro da prisão domiciliar e humilhar o meu pai, além de interferir nas eleições mantendo o presidente incomunicável até a data do 1º turno”.
Críticas à Medida
A decisão gerou revolta na campanha de Flávio. O coordenador da campanha, Rogério Marinho (PL-RN), classificou a medida como autoritária e desproporcional. Além disso, o advogado de Flávio, Tracy Reinaldet, considerou a decisão inconstitucional, ressaltando que ela contraria decisões anteriores do próprio STF.
Conclusão da Live
Durante sua transmissão ao vivo, Flávio Bolsonaro também destacou as perseguições do STF e fez menções aos desafios enfrentados durante o terceiro mandato de Lula. Ele concluiu a live com uma mensagem de confiança em sua vitória nas próximas eleições.
Opinião
A situação revela um clima de tensão entre os poderes e levanta questões sobre a liberdade de expressão e a interferência nas eleições, com repercussões que podem afetar o cenário político brasileiro.





