O candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), apresentou uma notícia-crime no dia 11 de outubro de 2026 contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A acusação se refere ao suposto uso da corporação para beneficiar o PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A defesa de Flávio argumenta que Rodrigues anunciou uma apuração sobre a suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições de 2026 no dia do primeiro turno. Durante uma coletiva, Rodrigues afirmou que a AGU havia protocolado uma representação em 1º de outubro, sugerindo a investigação de interferência externa. Ele afirmou que a apuração estava em andamento, mas não havia indicativos concretos de interferência internacional.
Arquivamento da Apuração
No dia 7 de outubro, a PF arquivou a apuração preliminar, e os advogados de Flávio destacaram que a legislação proíbe o uso de serviços públicos para favorecer organizações políticas. Eles alegam que o anúncio no dia da votação teve um impacto político significativo, influenciando a opinião do eleitorado contra Flávio.
Os advogados ressaltaram a linha do tempo que culminou no anúncio de Rodrigues. A PGR arquivou o pedido da AGU por falta de provas, e o presidente do TSE, Nunes Marques, declarou que não havia indicativos de interferência internacional.
Reação da PF
A Gazeta do Povo tentou contato com Andrei Rodrigues através da assessoria de imprensa da Polícia Federal, mas não obteve retorno até o momento. O espaço permanece aberto para manifestações.
Opinião
A situação levanta questões sobre a imparcialidade das instituições durante o período eleitoral e a necessidade de transparência nas ações da Polícia Federal.





