Eleições

Flávio Bolsonaro chama PCC de narcoterroristas enquanto Lula propõe taxação dos ricos

Flávio Bolsonaro chama PCC de narcoterroristas enquanto Lula propõe taxação dos ricos

Na propaganda do horário eleitoral de 26 de outubro, os candidatos à presidência da República reforçaram suas principais plataformas, provocando acirradas reações. Flávio Bolsonaro (PL) voltou a classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações narcoterroristas, enquanto criticou a reeleição e prometeu mudanças significativas em sua campanha.

Por outro lado, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trouxe propostas como o fim da escala 6×1, a taxação dos super ricos e a isenção de impostos sobre a cesta básica, que entrará em vigor a partir de 1º de janeiro. Lula também mencionou a reforma tributária e a universalização do programa Pé-de-Meia.

Propostas de Flávio Bolsonaro

A propaganda de Flávio insistiu na ideia de mudança, utilizando o slogan “você também não aguenta mais o PT”. Ele se apresentou como alguém com novas ideias, abordando o crime organizado e prometendo um “tesouraço” nos impostos. Flávio ainda criticou as promessas de Lula, fazendo referência à famosa picanha como um símbolo de promessas não cumpridas.

As propostas de Lula

Durante sua propaganda, Lula também fez referência a um editorial do O Estado de S. Paulo que discutia a proximidade de Flávio com as milícias, questionando o que ele fez com o dinheiro que recebeu de Daniel Vorcaro, ex-dono do Master. Lula reafirmou seu compromisso com o fim da escala 6×1 sem redução de salário e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

Ronaldo Caiado e Augusto Cury

Ronaldo Caiado (PSD) destacou sua atuação nas áreas de saúde e educação em Goiás, mencionando a instalação de novas UTIs e um hospital para tratamento de câncer. Ele também falou sobre a criação de escolas voltadas para tecnologia e a importância do combate à corrupção.

Por sua vez, Augusto Cury (Avante) se posicionou como uma alternativa ao que chamou de “disco arranhado” das eleições passadas, questionando a repetição de candidatos como Lula e Bolsonaro, e a falta de novas propostas.

Opinião

A polarização nas propostas eleitorais reflete a necessidade de um debate mais profundo sobre as soluções para os problemas do Brasil, além das promessas tradicionais.