O Maracanã amanheceu em estado de calamidade após o jogo entre Vasco e Boca Juniors, com cadeiras quebradas e banheiros vandalizados por torcedores do clube cruz-maltino. A partida, que ocorreu na terça-feira, 20 de outubro, foi a semifinal da Sul-Americana, onde o Vasco foi eliminado após uma derrota de 3 a 1, apesar de ter vencido na Bombonera.
O Flamengo, que junto com o Fluminense administra o estádio, expressou sua preocupação com a manutenção do local, especialmente com a proximidade do jogo contra o Estudiantes, que terá 70 mil ingressos vendidos. Em uma nota oficial, o clube lamentou os atos de vandalismo e destacou o grande prejuízo que será contabilizado, mencionando que centenas de cadeiras foram destruídas e que bebedouros, pias e privadas também foram danificadas.
“O Clube de Regatas do Flamengo informa que recebeu, na manhã desta quarta-feira (21), comunicado do Consórcio Maracanã acerca das graves depredações registradas no estádio após a partida entre Vasco e Boca Juniors”, disse o Flamengo. A nota ainda ressaltou a importância do estádio, um dos mais emblemáticos do futebol mundial, e a necessidade de preservar seu patrimônio.
O Consórcio Maracanã está trabalhando intensamente para reparar os danos e restabelecer as condições do estádio para o próximo jogo. “O Flamengo confia na competência e no empenho dos profissionais responsáveis pela operação do estádio”, acrescentou o clube, que está preocupado com o tempo necessário para os reparos.
Até o momento, o Vasco não se manifestou sobre o vandalismo de sua torcida, e ainda não está definido como os danos serão ressarcidos. O consórcio deve enviar a conta à direção do clube cruz-maltino, que enfrenta uma pressão crescente devido ao comportamento de seus torcedores.
Opinião
O vandalismo no Maracanã não apenas prejudica a imagem do futebol, mas também afeta a experiência dos torcedores que desejam aproveitar os jogos em um ambiente seguro e respeitoso.




