O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi eleito em uma eleição simbólica realizada pelo plenário do Supremo, para ocupar o cargo de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A decisão ocorreu em função da renúncia da ministra Cármen Lúcia, que deixou o cargo de ministra efetiva.
A eleição aconteceu no dia 13 de maio de 2026, e Toffoli já atuava como ministro substituto no TSE. A ministra Cármen Lúcia havia sido sucedida na presidência do TSE por Nunes Marques, que agora assume também a presidência do tribunal.
Embora Cármen Lúcia pudesse permanecer no TSE até o dia 3 de junho, quando seu período na Corte se encerraria oficialmente, ela optou por antecipar sua saída. O TSE, que é composto por sete ministros, agora conta com a nova composição que inclui Nunes Marques, André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira (STJ), Ricardo Villas Boas Cueva (STJ), Floriano Azevedo Marques (jurista) e Estela Aranha (jurista).
Com as mudanças, o ministro Flávio Dino assumirá uma vaga de ministro substituto, reforçando a nova estrutura do TSE, que enfrenta desafios como a segurança das eleições e o combate ao uso ilegal de tecnologias, como a inteligência artificial.
Opinião
A eleição de Toffoli para o TSE representa uma nova fase para a Justiça Eleitoral, especialmente em um momento crítico para a democracia brasileira.





