A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou a formação de um ciclone-bomba entre a noite de 6 e 7 de outubro, sobre o oceano, na costa do Uruguai e Extremo Sul do Rio Grande do Sul. Embora o estado não seja atingido diretamente pelo centro do ciclone, os ventos devem chegar a 100 km/h na divisa com o Rio Grande do Sul.
Os impactos em Santa Catarina serão causados principalmente pela passagem da frente fria associada ao sistema e pela intensificação do vento sul no litoral. Durante a quinta-feira, já foram registrados temporais isolados, com acumulados de chuva entre 15 e 30 mm.
Previsões e Riscos
Nas próximas horas, novas áreas de instabilidade devem avançar do Oeste para o Meio-Oeste, atingindo outras regiões. A partir da noite, a frente fria pode trazer temporais mais intensos, começando pelas áreas próximas à divisa com o Rio Grande do Sul.
Os principais riscos incluem rajadas de vento entre 70 e 90 km/h, com pontuais acima de 100 km/h. Além disso, há previsão de chuva forte em curto período, descargas elétricas e possível queda de granizo de forma localizada.
Condições no Litoral
Na sexta-feira, com o afastamento da frente fria e a intensificação do ciclone, o vento sul deve se intensificar no litoral catarinense. Na Grande Florianópolis e demais áreas litorâneas, são esperadas rajadas entre 50 e 70 km/h, além de agitação marítima, com condições desfavoráveis à navegação e riscos para atividades no mar.
O risco de ocorrências como destelhamentos, queda de árvores e galhos, danos à rede elétrica e alagamentos pontuais é moderado a alto, especialmente devido ao vento forte e ao mar agitado.
A Defesa Civil de Santa Catarina continua monitorando a evolução do sistema e orienta a população a acompanhar os avisos oficiais e evitar áreas de risco durante os temporais e a intensificação dos ventos.
Opinião
A situação exige atenção redobrada da população, que deve se preparar para as condições adversas e seguir as orientações da Defesa Civil.





