O Estado investiu R$ 783,1 milhões em ações e serviços públicos de saúde no primeiro quadrimestre de 2026, conforme apresentado em audiência pública da Comissão de Saúde da Assembleia. Apesar do volume significativo, o governo não conseguiu atingir o mínimo constitucional de 12% da receita em saúde. O relatório indica que foram liquidadas R$ 696,7 milhões em recursos próprios, enquanto para cumprir o índice exigido pela Constituição seriam necessários R$ 816,9 milhões.
O Tesouro estadual continua a ser o principal financiador da saúde pública em MS. Nos bastidores do PT, há uma crescente avaliação de que a composição atual do partido na Assembleia Legislativa não se manterá até 2027, com petistas apostando em mudanças que podem levar a uma “aposentadoria política” para alguns.
Turismo em Alta
O Monumento Natural do Rio São Francisco se destacou como um dos principais destinos turísticos do Brasil, recebendo mais de 1,1 milhão de visitantes em 2025. Essa unidade de conservação, criada em 2009, abrange Alagoas, Bahia e Sergipe, e é reconhecida por suas belezas naturais e pela cultura sertaneja, impulsionando a economia local.
Movimentos no PL
O PL, atualmente com seis integrantes, visa repetir a quantidade de cadeiras ou conquistar uma a mais nas próximas eleições. Entretanto, a saída de João Henrique Catan para o Novo e a anulação de votos de Riquelle Lisboa Trutis gerou mudanças na estratégia do partido. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro defende alguns pré-candidatos, enquanto o presidente nacional da sigla, Waldemar da Costa Neto, aposta em outros nomes.
Rejeição de CPIs
Em uma sessão marcada por tensões, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, rejeitou pedidos para a abertura de CPIs mistas sobre o caso Banco Master. A decisão gerou reações tanto de oposicionistas quanto de aliados, que questionam quem realmente se beneficiou do banco. Alcolumbre justificou sua decisão afirmando que a leitura era um ato discricionário e que a prioridade da sessão era a votação de vetos que beneficiam pequenos municípios.
Opinião
A rejeição das CPIs pelo presidente Davi Alcolumbre levanta questões sobre a transparência na política e a necessidade de investigar possíveis irregularidades, refletindo a preocupação da sociedade com a governança.





