Eleições

Capitão Contar pode optar por ‘voo solo’ em Brasília após decisão do PL

Capitão Contar pode optar por 'voo solo' em Brasília após decisão do PL

Nos bastidores, cresce a conversa de que, caso a chapa da direita alcance o sucesso esperado para o Senado, o Capitão Contar poderá preferir um ‘voo solo’ em Brasília. A avaliação é que seu estilo político dificilmente caberia em condomínio com outras lideranças de peso.

Dois sinais dessa sua, digamos, “natureza”: tratou de sua pré-candidatura diretamente com a cúpula nacional e teve lançado o seu nome em reunião com o presidente do PL, Waldemar da Costa Neto, ignorando as lideranças locais. É válido lembrar: eleição une; mandato, nem sempre.

Empregos em Mato Grosso do Sul

Em alta, Mato Grosso do Sul registrou o melhor desempenho da série histórica da indústria nos cinco primeiros meses do ano, com a criação de 8.827 empregos formais. Segundo o Observatório da Indústria da Fiems, o setor respondeu por 54% de todas as vagas abertas no Estado.

O avanço é impulsionado por investimentos em novas fábricas, obras de infraestrutura, expansão da cadeia da celulose e bioenergia. Inocência liderou a geração de empregos, seguida por Campo Grande e Três Lagoas. Hoje, a indústria emprega mais de 180 mil trabalhadores formais.

Proposta de uso do Exército

A ideia, sugerida por um vereador, de se recorrer ao Exército para reforçar a operação tapa-buracos em Campo Grande ganhou ares de solução, mas já enfrenta resistência. Para alguns políticos, a proposta não passa de “cortina de fumaça” para aliviar a pressão sobre a prefeitura, diante da enxurrada de reclamações e acidentes provocados pelas crateras.

Lembram que militares costumam ser acionados em calamidades e desastres naturais, não para remendar efeitos de administrações precárias.

Recuo de Soraya Thronicke

A dobradinha Soraya ThronickeVander Loubet (PT) mal saiu do papel e já foi para o arquivo. Para justificar o recuo relâmpago, a senadora alegou que o PSB pediu sua permanência na disputa pela reeleição. Mas, como sempre, a versão oficial costuma dividir espaço com outras interpretações.

Há quem diga que alguém fez as contas e descobriu que na política, seis mais seis nem sempre fecham em doze. Às vezes, a soma até diminui. Sendo assim, “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Opinião

As movimentações políticas em Mato Grosso do Sul revelam um cenário dinâmico, onde decisões estratégicas e recuos inesperados podem moldar o futuro das lideranças locais.