O Brasil deu um passo significativo na promoção da arte e inclusão social ao integrar a Rede Ibero-Americana de Educação Artística e Cultural (RedArtes). A adesão foi formalizada na Declaração de Bogotá, assinada em 15 de maio de 2026, durante o Congresso Ibero-Americano de Educação e Formação Artística e Cultural, realizado na Colômbia.
Compromisso com a Cultura e Educação
O Ministério da Cultura (MinC), representado por Márcio Tavares, destacou a importância da criação da RedArtes como uma iniciativa estratégica. Tavares enfatizou que a cultura e a educação são fundamentais para a construção de sociedades mais justas e pacíficas. “O Brasil vê a criação da RedArtes como uma iniciativa estratégica e necessária”, afirmou.
Diretrizes da Declaração de Bogotá
A Declaração de Bogotá reúne compromissos de 20 países ibero-americanos para fortalecer a integração entre educação e cultura, ampliando a formação artística e cultural. A RedArtes se alinha ao marco da Unesco para educação cultural e artística, adotado em 2024, e dialoga com a Agenda 2030.
Experiências e Iniciativas Brasileiras
Durante o congresso, o Brasil compartilhou experiências como a ação Arte e Cultura na Educação Integral e o programa Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura. Tavares também mencionou os Céus das Artes, que promovem o acesso cultural em comunidades vulneráveis.
Cooperação Regional e Presidência da RedArtes
A Colômbia assumiu a presidência pro tempore da RedArtes, enquanto Portugal foi eleito vice-presidente. O congresso, realizado no Teatro Colón, reuniu delegações de 23 países para discutir a educação artística como direito e ferramenta de transformação social.
Opinião
A integração do Brasil à RedArtes representa um avanço importante na valorização da arte como um direito fundamental, essencial para o desenvolvimento humano e social na Ibero-América.





