A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou que a bandeira amarela permanecerá em vigor durante o mês de setembro de 2026. Essa decisão implica em uma cobrança adicional de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira amarela está em vigor desde maio de 2026, refletindo um cenário de geração de energia menos favorável no Brasil.
Segundo a Aneel, essa escolha se deve à necessidade de utilizar fontes de geração com custos mais elevados, especialmente em função do tempo seco que afeta a disponibilidade hídrica. A agência ressaltou a importância do uso consciente da energia elétrica, sugerindo que pequenas mudanças de hábito podem ajudar a controlar os gastos com a conta de luz.
Entenda o sistema de bandeiras tarifárias
O sistema de bandeiras tarifárias foi implementado em 2015 para informar os consumidores sobre os custos da geração de energia no Brasil. As bandeiras são definidas com base em diversos fatores, como a disponibilidade de recursos hídricos e o acionamento de fontes de geração mais caras, como as termelétricas.
Atualmente, as bandeiras tarifárias são classificadas da seguinte forma:
- Bandeira verde: sem acréscimo;
- Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh;
- Bandeira vermelha – patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh;
- Bandeira vermelha – patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh.
Opinião
A manutenção da bandeira amarela pela Aneel é um alerta para os consumidores sobre a importância de economizar energia, especialmente em períodos de escassez hídrica.





