A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja reconhecida a validade do reajuste do Bolsa Família, que foi anunciado pelo governo federal. O reajuste de 15% entrará em vigor a partir de 1° de outubro de 2026, elevando o valor mínimo do benefício para R$ 691 e o valor médio para R$ 777.
Legislação e Justificativas
A atualização dos valores do Bolsa Família está prevista na legislação do programa e visa preservar o poder de compra das famílias beneficiárias. Na petição, a AGU argumenta que o reajuste não representa um benefício novo, mas sim uma atualização já prevista pela Lei nº 14.601/2023, que permite a correção monetária dos pagamentos.
A AGU afirma que a medida é uma providência inserida na execução ordinária de uma política pública existente, em conformidade com o marco normativo reconhecido pelo STF. O órgão ressalta que o decreto que viabiliza o reajuste é um ato de manutenção e atualização do programa social, e não a criação de uma nova vantagem.
Decisão do STF
O caso será analisado pelo ministro Gilmar Mendes, que terá a responsabilidade de decidir sobre a legalidade do reajuste solicitado pela AGU. A expectativa é alta, uma vez que a decisão impactará diretamente milhões de beneficiários do Bolsa Família em todo o Brasil.
Opinião
A expectativa em torno da decisão do STF é grande, dado o impacto que o reajuste do Bolsa Família pode ter na vida de muitas famílias brasileiras, refletindo a importância de políticas públicas eficazes e bem regulamentadas.





