O presidente da FIFA, Gianni Infantino, viu sua proposta de criar a Fifa Forward Enterprise (FFE) ser rejeitada, após forte pressão de confederações, especialmente da Uefa. O plano, que visava vender ações da entidade a investidores, poderia aumentar o salário de Infantino de US$ 4,8 milhões para US$ 30 milhões anuais.
Pressão e Rejeição
O jornal inglês The Times revelou que a proposta de Infantino foi recebida com grande desconfiança, levando a Uefa a anunciar um boicote às competições da FIFA se o projeto continuasse. A Uefa afirmou que a atual liderança da FIFA perdeu a confiança das federações europeias e que uma análise minuciosa seria necessária para evitar que situações semelhantes se repetissem.
Objetivos e Consequências
A criação da FFE tinha como objetivo arrecadar até 4,2 bilhões de dólares, consolidando as operações das principais competições, como a Copa do Mundo. No entanto, com a rejeição unânime de entidades como a Concacaf e a Confederação Asiática de Futebol, Infantino decidiu desistir da ideia apenas três dias após sua proposta inicial.
Futuro de Infantino
Infantino, que pode permanecer na presidência da FIFA até 2031, se reeleito, enfrentou críticas severas por sua ambição. A FIFA divulgou que seu salário atual, de US$ 4,8 milhões, é composto por US$ 2,6 milhões de vencimento básico e US$ 2,2 milhões em bônus.
Opinião
A desistência de Infantino em criar a FFE reflete a fragilidade de sua posição frente às pressões das confederações, evidenciando a necessidade de uma liderança mais colaborativa na FIFA.





