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Romeu Zema propõe superpresídio na Amazônia para líderes de facções criminosas

Romeu Zema propõe superpresídio na Amazônia para líderes de facções criminosas

Romeu Zema propôs a construção de um superpresídio em uma área remota da Amazônia para concentrar líderes de facções criminosas. A medida faz parte da proposta do político para endurecer o combate ao crime organizado no país e foi apresentada no dia 27 de julho de 2026, durante a convenção do partido Novo em Brasília.

Zema defende que os chefes desses grupos sejam isolados por longos períodos, afirmando: “Vamos construir um superpresídio de referência num lugar remoto no meio da Amazônia, para onde todos esses líderes vão ser encaminhados e vão mofar por pelo menos 25 anos”. O candidato criticou a falta de enquadramento das facções como terroristas, citando a política adotada pelos Estados Unidos.

Segundo Zema, o Brasil deveria ter tomado essa medida antes e precisa recuperar o controle de áreas onde grupos criminosos ampliaram sua influência. Ele declarou: “Eu quero que o Brasil retome a soberania que nós estamos perdendo”.

Medidas adicionais

Além da proposta do superpresídio, Zema também apresentou uma sugestão para limitar o período de permanência de ministros do Supremo Tribunal Federal a 15 anos, criticando o que chamou de “farra dos intocáveis”. Ele enfatizou a necessidade de aumentar a responsabilização de autoridades e mudar a forma como o país trata os integrantes do STF.

Opinião

A proposta de Zema levanta questões sobre a eficácia de medidas extremas no combate ao crime organizado e o impacto no sistema penal brasileiro.