Futebol

Federação do Egito pede afastamento de árbitros após polêmica derrota para Argentina

Federação do Egito pede afastamento de árbitros após polêmica derrota para Argentina

A defesa do título da Copa do Mundo tem sido mais difícil do que o esperado para a Argentina. Apontada como ampla favorita, a atual campeã precisou lutar até o fim para vencer o Egito por 3 a 2 nas oitavas de final, mas a vitória veio acompanhada de polêmica.

A federação do Egito solicitou à FIFA o afastamento da equipe de arbitragem responsável pela partida, alegando que os árbitros favoreceram a Argentina e, em especial, seu principal astro, Lionel Messi. O técnico egípcio, Hossam Hassan, declarou que sua seleção “sofreu uma injustiça” e insinuou que a FIFA teria interesse em manter a atual campeã na competição.

Polêmica do Gol Anulado

A frustração do Egito se intensificou após um gol de Mostafa Zico ser anulado devido a uma intervenção do VAR. O árbitro francês François Letexier marcou falta em um lance que poderia ter mudado o rumo do jogo, já que a seleção africana vencia por 2 a 0 até os 34 minutos do segundo tempo.

Além disso, o Egito reclamou de dois lances de pênalti que não foram marcados. O primeiro envolveu Hamdi Fathy, que caiu na área, e o segundo, Mohamed Salah, que também alegou falta após um contato com Julián Álvarez.

Acusações de Favorecimento

Outro ponto que alimenta as teorias de favorecimento é a ausência de cartão vermelho para Messi em um lance na fase de grupos contra a Argélia. A comparação com um lance que resultou na expulsão de Folarin Balogun dos Estados Unidos gerou ainda mais polêmica. Se Messi tivesse sido expulso, ele não teria marcado os gols que garantiram a vitória da Argentina.

A FIFA também é acusada de querer manter Messi na competição, especialmente após a Argentina ter marcado cinco pênaltis na Copa do Mundo de 2022 e já ter três pênaltis a favor na Copa de 2026, apesar de Messi ter desperdiçado duas cobranças.

Opinião

A controvérsia envolvendo a arbitragem e as acusações de favorecimento à Argentina levantam questões sobre a integridade da competição e a influência de estrelas como Messi no andamento dos jogos.