A segunda fase da Copa do Mundo teve início nesse domingo (28) com a primeira partida dos 16 avos de final. Das 48 seleções que entraram na competição, 16 foram eliminadas na primeira fase. Mas se engana quem pensa que os times voltam para os seus países de mãos abanando. As equipes ainda faturam, mesmo tendo sido eliminadas.
Inicialmente, a Fifa havia divulgado que as equipes que fossem classificadas para o torneio, mas fossem eliminadas na fase de grupos, receberiam US$ 9 milhões (aproximadamente R$ 46,7 milhões). Contudo, em abril deste ano, a entidade informou que a quantia havia aumentado para US$ 10 milhões (R$ 51,77 milhões). Além disso, todas as seleções classificadas para o Mundial tiveram direito a US$ 2,5 milhões (aproximadamente R$ 12,9 milhões) para custear a preparação antes do torneio. Na prática, isso significa que nenhuma seleção deixará a competição com menos de US$ 12,5 milhões em receitas garantidas (R$ 64,7 milhões).
Sobre a Copa de 2026
A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades recebem partidas do torneio, a grande maioria nos EUA. Confira a seguir quantos jogos cada país vai sediar: Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final). México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca). Canadá: 13 jogos.
A fase de grupos da Copa do Mundo foi encerrada na madrugada deste domingo, e 16 seleções participantes do torneio estão eliminadas. São elas: Qatar, Haiti, Turquia, Panamá, Tunísia, Jordânia, Tchéquia, Curaçao, Iraque, Uruguai, Arábia Saudita, Nova Zelândia, Escócia, Uzbequistão, Coreia do Sul e Irã estão fora. Do total, 12 países foram lanternas de seus grupos e 4 seleções terminaram como piores terceiros colocados. Coreia do Sul, Irã, Escócia e Uruguai ficaram, por detalhes, de avançar. Agora, a Copa segue com a 2ª fase envolvendo as 32 seleções restantes, avançando com oitavas de final, quartas, semi e final.
Opinião
A dinâmica financeira da Copa do Mundo revela que, mesmo eliminadas, as seleções garantem um retorno significativo, o que pode impactar o futuro do futebol em seus países.





