O Ibovespa avança com um alívio geopolítico, deixando em segundo plano a nova ameaça tarifária dos EUA. As ações da Vale e dos bancos sustentam os ganhos do índice, enquanto os papéis da Petrobras permanecem estáveis.
Tarifas dos EUA e suas implicações
Os EUA divulgarão em breve mais ações da Seção 301 e afirmam que as tarifas propostas ao Brasil são ‘bastante matizadas’. O Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, destacou que houve amplas exclusões para produtos como carne bovina, café, metais e energia.
Nova ameaça tarifária
Uma nova ameaça de tarifaço atinge 27% das exportações brasileiras, principalmente produtos industrializados, conforme aponta a análise da MB Associados. A lista inclui manufaturas, açúcar, móveis, madeira, equipamentos elétricos, borracha e pneus.
Investimentos e inovações
A Nvidia investiu US$ 2 bilhões na Marvell, parte de uma colaboração que permitirá o desenvolvimento de infraestrutura de IA semicustomizada. O CEO da Nvidia acredita que a Marvell pode alcançar US$ 1 trilhão.
Surto de ebola na RDC
Enquanto isso, a OMS reporta que o surto de ebola na República Democrática do Congo soma 321 casos confirmados e 116 suspeitos, com 48 mortes registradas até o momento.
PEC e autonomia do Banco Central
A proposta de Emenda Constitucional (PEC) que busca a autonomia financeira para o Banco Central é um dos pontos discutidos em meio a esse cenário desafiador. Essa medida é vista como uma resposta ao governo dos EUA, especialmente em relação às tarifas propostas.
Dólar e mercado financeiro
O dólar recua com o alívio do risco geopolítico, enquanto investidores ignoram as tarifas dos EUA contra o Brasil. O real se destaca como uma das moedas mais fortes do dia entre as 33 mais líquidas.
Opinião
O cenário econômico atual é complexo, com desafios impostos por tarifas e crises de saúde, mas a resiliência do Ibovespa e do real mostra a capacidade do Brasil de se adaptar.





