Geral

Guarda Civil Metropolitana salva mulher de 33 anos em Campo Grande após código de emergência

Guarda Civil Metropolitana salva mulher de 33 anos em Campo Grande após código de emergência

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Campo Grande atendeu, na noite desta quinta-feira (8), uma ocorrência de violência doméstica após uma mulher de 33 anos utilizar um código de emergência durante ligação para o número 153. Durante a chamada, a vítima informou que “o pedido de lanche já estava chegando”, uma frase utilizada para indicar que estava em situação de risco dentro da própria residência, localizada na região do Jardim Columbia.

Ao perceber o pedido de socorro, o atendente solicitou imediatamente o endereço e acionou uma viatura da GCM. Quando os agentes chegaram ao local inicialmente informado, moradores relataram ter ouvido gritos e discussões vindos de uma casa vizinha, o que auxiliou na identificação correta do imóvel. Na residência, os guardas encontraram a mulher acompanhada dos três filhos menores de idade e em visível estado de nervosismo.

Segundo relato da vítima, seu ex-companheiro havia deixado o local poucos minutos antes da chegada da equipe. A mulher informou ainda que possui uma Medida Protetiva de Urgência expedida recentemente e que o suspeito estava descumprindo a determinação judicial ao se aproximar da residência.

Após colher as informações, a GCM realizou buscas em pontos indicados pela vítima, incluindo um posto de combustíveis e ruas da região, mas o suspeito não foi localizado. Os agentes retornaram à residência para orientar a mulher sobre medidas de segurança e reforçaram que ela deve acionar imediatamente a Guarda Civil Metropolitana pelo 153 ou a Polícia Militar pelo 190 em caso de nova aproximação do autor.

A ocorrência reforça a atuação das forças de segurança no atendimento rápido a mulheres em situação de violência doméstica. Conforme dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Mato Grosso do Sul já contabiliza 8.448 vítimas de violência doméstica desde o início do ano.

Opinião

É fundamental que as mulheres conheçam seus direitos e os canais de denúncia disponíveis para garantir sua segurança e proteção.