Santa Catarina

Dourados registra 10ª morte por chikungunya; secretário alerta sobre Aedes aegypti

Dourados registra 10ª morte por chikungunya; secretário alerta sobre Aedes aegypti

Uma criança de apenas 48 dias de vida tornou-se a 10ª vítima de chikungunya em Dourados, com a morte confirmada em 8 de setembro pela prefeitura. O garoto, que residia na Aldeia Bororó, estava internado no Hospital da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) desde o dia 3 de setembro.

De acordo com o informe epidemiológico divulgado, Dourados contabiliza atualmente 5.350 casos prováveis de chikungunya, sendo 3.340 casos confirmados e 35 pacientes internados. A situação é preocupante, uma vez que a curva de positividade da doença se mantém elevada, variando entre 54% e 61% nos últimos 15 dias.

Histórico de mortes

O primeiro óbito registrado dentro da reserva indígena ocorreu em 25 de fevereiro, quando um idoso de 69 anos faleceu. Desde então, várias mortes foram confirmadas, incluindo a de um bebê de 3 meses em 10 de março e um recém-nascido de 1 mês em 24 de março. Outras mortes estão sob investigação, incluindo a de uma criança indígena de 12 anos e um idoso de 84 anos.

Apelo à população

O secretário de Saúde, Márcio Figueiredo, lamentou a décima morte e fez um apelo à população. “A situação continua muito grave e as pessoas precisam entender que combater os focos do mosquito Aedes aegypti não é obrigação exclusiva da prefeitura, mas de toda a população”, enfatizou Figueiredo. Ele ressaltou a importância de esforços conjuntos para eliminar os pontos de água parada e manter os quintais limpos.

Opinião

A situação em Dourados é alarmante e destaca a necessidade urgente de ação coletiva para combater a chikungunya e o mosquito Aedes aegypti.