O Brasil perdeu um de seus maiores ícones do basquete, Oscar Schmidt, que faleceu em 17 de novembro de 2023, aos 68 anos, em Santana de Parnaíba, SP. O ex-jogador, conhecido como Mão Santa, foi homenageado por diversas autoridades, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Lula expressou seu pesar nas redes sociais, destacando que Oscar foi um “exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção”. Segundo o presidente, ele “uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível”. Lula também enfatizou a dedicação de Oscar ao esporte, que o tornou uma inspiração para gerações.
Oscar Schmidt teve uma trajetória brilhante no basquete, sendo tricampeão sul-americano e conquistando a medalha de bronze no mundial de 1978, realizado nas Filipinas. Ele disputou cinco Olimpíadas, começando em Moscou, em 1980, e se destacou como cestinha em várias competições. Em 1987, foi fundamental na vitória da seleção brasileira sobre os Estados Unidos nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis.
Reconhecido no Hall da Fama da Fiba em 2010, Oscar também entrou para o Hall da Fama de Springfield em 2013, solidificando seu legado no esporte. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, também lamentou a perda, afirmando que o Brasil perdeu uma lenda do basquete mundial e que Oscar sempre colocou a defesa do país em primeiro lugar.
A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) também se manifestaram, ressaltando a importância de Oscar no esporte e sua marca de mais de 1 mil pontos em Jogos Olímpicos.
Oscar enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos e faleceu após passar mal em sua residência, sendo levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana já em parada cardiorrespiratória. A despedida do atleta será restrita aos familiares, respeitando o desejo da família por um momento íntimo.
Opinião
A morte de Oscar Schmidt deixa um vazio no esporte brasileiro, mas seu legado e conquistas continuarão a inspirar futuras gerações de atletas.




