O Complexo Prisional de Joinville, localizado no bairro Parque Guarani, foi o foco de uma reunião da Comissão de Urbanismo em 11 de outubro. O vereador Lucas Souza (Republicanos) formalizou um pedido à Companhia Águas de Joinville (CAJ) para discutir a urgente necessidade de soluções para o problema de odor que aflige os moradores da região.
Durante a reunião, o vereador ressaltou a importância de uma solução definitiva, afirmando que a interligação do esgoto do complexo à rede pública é o melhor caminho a seguir. A pressão da comunidade afetada pelo mau cheiro foi um dos pontos centrais das discussões.
Desafios e Propostas
O superintendente regional norte do Sistema de Polícia Penal, André Felipe Dias, mencionou que há cerca de dois anos busca alinhar reuniões com a CAJ para definir a interligação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do complexo à rede pública. Ele destacou que o complexo possui um contrato com o Grupo Atlantis, responsável pela execução e manutenção da estrutura atual.
A engenheira técnica Larissa Raquel Cerdeira afirmou que a previsão é de que a solução para o problema esteja concluída até o final de 2026. A CAJ, por sua vez, busca um ponto temporário para o lançamento de esgoto, já que a bacia sanitária do complexo não conta com rede de esgoto, ao contrário de bacias vizinhas.
Próximos Passos
A diretora da CAJ, Janine Smania Alano, explicou que a principal dificuldade é a infraestrutura da região. Ela destacou que, assim que o contrato for formalizado, a obra terá um prazo de seis meses para ser iniciada, sem a necessidade de licitação, já que existe um contrato vigente.
Opinião
A situação do esgoto no complexo prisional de Joinville é uma questão que demanda atenção imediata, e as ações em andamento são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar da comunidade local.





